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Textos
Veja o gol a que o soneto se refere em:
http://www.youtube.com/watch?v=5RpQg0gKXFs
GOL DE PLACA A torcedora roía as unhas naquela noite, Um a um, Brasil e Argentina, no Maraca, Os deuses do futebol, a jorrar por fontes A arte daquela época, dos gols de placa. E este a que vou narrar, a Fera fazia aos montes, Pelé executou o golpe de misericórdia A sete minutos do final, mostrou a fronte, De suor escorrida: disse não àquela concórdia, Ao empate, ao placar, e se movimenta rápido, E deixa um marcador parado, a linha burra Da defesa não enxergou o pulo do gato, E no passe de Jair, pela direita, zurra O zagueiro... E Ele dá um lindo drible – parado – E mágico, bate lento, por cobertura...
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José Carlos De Gonzalez |
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Publicado em 31/10/2009 às 16h25
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